domingo, 6 de abril de 2014

VOLTEI!!!

No dia 17.03 iniciei um trabalho como Professor de Biologia e Química na Escola Estadual Renee Menezes no Camping Clube.
A Direção, Coordenação, Funcionários e Alunos que me receberam com carinho o meu muito obrigado pela acolhida.
Podem ter a certeza que tudo farei para não desmerece-los e tenham em mim muito mais que um professor, um amigo grato.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

SAUDADE DAS AULAS DE BIOLOGIA

Daqui cem anos não importará: 
o tipo de carro que dirigi, 
o tipo de casa que morei, 
o tipo de roupas que vesti e
nem quanto eu tinha depositado no banco. 

Mas o mundo poderá estar um pouco melhor, isso porque: 
fui importante na proteção da vida e na formação de pessoas: fui BIÓLOGO, fui PROFESSOR. 

Clique Ciência: Para que serve o hímen? Quais são os tipos que existem?

"O hímen não tem função orgânica, não serve para proteger de infecções, não faz diferença alguma. Ele apenas existe, anatomicamente, na vagina da mulher", explica Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga coordenadora do Centro de Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Veja a materia aqui completa:

terça-feira, 10 de setembro de 2013

SARDINHA: ALIADA ESPECIAL DO CÉREBRO

Assim como outros peixes de água fria, a sardinha é rica em ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), reconhecidos por seu poder antioxidante, anti-inflamatório e antiaterosclerótico. Esses ácidos aumentam a atividade cerebral, modulam a hiperatividade e a depressão e ainda melhoram o desempenho cognitivo. Isso tudo porque a gordura do bem, da qual a sardinha é uma das mais ricas fontes, serve para encapar os neurônios, protegendo-os e facilitando a comunicação entre eles. O cérebro humano é constituído de 65% de gordura, sendo a maior parte composta por DHA, substância fundamental para a constituição do córtex cerebral.
A capacidade de reduzir a concentração de radicais livres no organismo o que faz do peixe um alimento-chave para prevenir e auxiliar no tratamento de problemas relacionados à estrutura cerebral. Graças à sua função antioxidante, ele diminui consideravelmente as lesões nos neurônios. Para ajudar, é um alimento barato e facílimo de encontrar.
Os ácidos graxos da sardinha também fazem bem a outras partes do corpo, além do cérebro. O consumo regular de peixes ricos em ômega-3 pode diminuir em até 40% o risco de problemas cardiovasculares. No pulmão, essas substâncias melhoram a transferência de oxigênio em pessoas com insuficiência respiratória ou em fumantes. A suplementação de ômega-3 em fumantes pode auxiliar na prevenção da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC . Os ácidos graxos também auxiliam na proteção das células fotossensíveis dos olhos, prevenindo contra a degeneração da mácula — a parte da retina que é responsável pela percepção dos detalhes. Por fim, a vitamina D, presente na sardinha, também auxilia na absorção intestinal do cálcio e do fósforo ingeridos pela alimentação, essenciais para a saúde dos ossos.
Quanto você precisa consumir

O ideal é consumir 150 gramas — o equivalente a 1 filé de peixe médio — pelo menos uma vez por semana. Opte sempre pelo alimento cozido, assado ou grelhado. No processo de fritura, há uma alteração na molécula de ômega-3, o que diminui suas propriedades antioxidantes. O excesso de óleo também faz que o alimento se torne muito calórico. Ervas e especiarias, como coentro, sálvia, tomilho, entre outras, aumentam a ação benéfica do peixe no organismo e ainda valorizam o sabor do prato. Uma boa pedida é acrescentar um fio de óleo de gergelim quando a sardinha já estiver pronta para o consumo. Ele potencializará a atividade do ômega-3.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Homens turcos estão recorrendo a implantes para ter um bigode maior.


Médicos retiram cabelo do couro cabeludo e reimplantam abaixo do nariz, em um procedimento chamado extração de unidades foliculares.
Uma operação simples custa a partir de uma quantia equivalente a R$ 5 mil.
A técnica está se tornando popular até no exterior. Agências vendem pacotes que incluem passagens aéreas, hospedagem e o implante.
Foto: BBC
O bigode simboliza muitas coisas diferentes para os homens turcos

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Abelha engana pesquisadores. Bazinga!


Nova espécie (esq.) era confundida com a parente E. ignita - Divulgação


Por parecer com espécie já conhecida, animal é batizado com chavão de 'The Big Bang Theory'

Amigos do nerd mais famoso da TV na atualidade - Sheldon Cooper, da série The Big Bang Theory - já sabem o que vão ouvir quando o físico teórico resolve lhes pregar uma peça. "Bazinga!", solta ele sarcástico e divertido após suas piadinhas compreensíveis somente para outros nerds. Pois foi por pregar uma peça em cientistas que uma abelha de orquídeas que vive na transição entre o Cerrado e a Amazônia brasileira ganhou o nome de Euglossa bazinga.

Depois de enganar zoólogos por anos por ser muito semelhante a uma outra espécie mais comum na região, a Euglossa ignita - o que fazia com que eles imaginassem se tratar da mesma -, suas diferenças foram reveladas por André Nemésio e colegas da Universidade Federal de Uberlândia. Quando percebeu as peculiaridades da abelha, o biólogo mineiro não resistiu: "Bazinga!", anunciou aos colegas.
No trabalho em que descrevem a espécie, publicado em dezembro na revista Zootaxa, os autores explicam que o epíteto honra o "inteligente, engraçado e cativante nerd Sheldon Cooper" porque a abelha também os enganou por muito tempo.
O gracejo rendeu comentários até do produtor executivo da série, Steve Molaro, que disse que Sheldon, representado pelo ator Jim Parsons, sentiria-se honrado. "Nós sempre ficamos extremamente lisonjeados quando a comunidade científica abraça nosso show", disse ao site da rede CBS, que transmite a série nos EUA. No Brasil, é transmitida pelo Warner Channel.
Segundo Molaro, depois de "Mothra" (mariposa gigante rival do Godzilla) e grifos, abelhas são a terceira criatura voadora favorita de Sheldon, apesar de ser alérgico a elas.
Segundo Nemésio, a nova espécie é restrita à região do noroeste de Mato Grosso - ao contrário de sua parente E.gnita, que se distribui da América Central ao Rio de Janeiro.
O grupo das abelhas de orquídea tem cerca de 250 espécies conhecidas e apresenta a peculiaridade de os machos visitarem a planta para fins reprodutivos. "Eles coletam o perfume e o usam como precursor de feromônio sexual para atrair as fêmeas", conta.
O conhecimento dessas espécies é importante, diz, porque muitas estão desaparecendo junto com a perda das florestas. E, uma vez que os insetos somem, aumenta também a perda da vegetação. Só na Mata Atlântica, cerca de mil espécies de orquídeas dependem dessas abelhas para serem polinizadas.

Para chamar atenção para a importância desses animais, não é a primeira vez que Nemésio nomeia espécies com ícones populares. Entre as cerca de 30 que já descreveu, uma ganhou o nome de seu time - Eulaema atleticana, em homenagem ao centenário do Galo -, e a outra fez referência a Ronaldinho Gaúcho - Eulaema quadragintanovem, que veste a camisa 49 no time.

Dengue é doença tropical de propagação mais rápida, diz OMS


Agência da ONU estima que, em média, cerca de 50 milhões de casos ocorrem a cada ano.

A dengue é a doença tropical que se espalha mais rapidamente no mundo e representa uma "ameaça de uma pandemia", infectando cerca de 50 milhões de pessoas em todos os continentes, afirmou a Organização Mundial de Saúde (OMS).
O mosquito Aedes aegypti - Reuters
Aedes aegypti
Transmitida pela picada de mosquitos fêmeas, a doença está ocorrendo de forma mais ampla devido à circulação de pessoas e bens - incluindo objetos como plantas de bambu e pneus usados-, bem como por inundações associadas às alterações climáticas, explicou a agência da Organização das Nações Unidas (ONU). A doença infecciosa, de origem viral, é transmitida pelo mosquito "Aedes aegypti". A dengue afetou apenas algumas áreas na década de 1950, hoje está presente em mais de 125 países --um número significativamente maior do que a malária, historicamente a mais notória das doenças transmitidas por mosquitos. A vacina mais avançada contra a dengue é apenas 30 por cento eficaz, mostraram testes no ano passado."Em 2012, a dengue foi classificada como a doença viral transmitida por vetor de mais rápida propagação com um potencial de epidemia no mundo, registrando um aumento de 30 vezes na incidência da doença nos últimos 50 anos", disse a OMS em um comunicado. No ano passado, a Europa sofreu seu primeiro surto sustentado desde 1920, com 2.000 pessoas infectadas na ilha portuguesa da Madeira, no Atlântico. No mundo todo, 2 milhões de casos de dengue são registrados a cada ano por 100 países, principalmente na Ásia, África e América Latina, causando entre 5.000 e 6.000 mortes, segundo o especialista Raman Velayudhan, do departamento de controle de doenças tropicais negligenciadas da OMS. Mas o número real é muito maior já que a doença se espalhou exponencialmente e hoje está presente em todos os continentes, afirmou ele. "A OMS estima que, em média, cerca de 50 milhões de casos ocorrem a cada ano. Esta é uma estimativa muito conservadora", disse Velayudhan à Reuters, acrescentando que alguns estudos independentes apresentam a cifra de 100 milhões. "A dengue é a doença transmitida por mosquitos mais ameaçadora e de mais rápida propagação. Está propensa a causar pandemia, mas é uma ameaça apenas. Definitivamente, uma ameaça maior do que nunca", alertou ele. A malária causou mais mortes, mas estava em declínio, afetando menos de 100 países. Falando a uma coletiva de imprensa após a OMS divulgar um relatório sobre 17 doenças tropicais negligenciadas que afetam 1 bilhão de pessoas, Velayudhan disse: "O mosquito vem silenciosamente expandindo sua distribuição." "Então, hoje você tem (o) mosquito aedes em mais de 150 países. A ameaça de dengue existe em todo o globo." 

Enxaqueca com aura é ligada a enfarte e AVC


Mulheres que sofrem de enxaqueca com aura - quando a dor de cabeça é acompanhada de distúrbios visuais, como luzes piscando, manchas brilhantes, visão borrada ou manchas cegas - podem correr um risco maior de sofrer ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC), segundo pesquisadores.
O estudo, feito com 27.860 mulheres durante 15 anos, mostrou que a enxaqueca com aura era o segundo problema a contribuir individualmente com o perigo de um ataque cardíaco ou derrame, perdendo apenas para a pressão alta, afirmou Tobias Kurth, professor de epidemiologia de Harvard e líder da pesquisa publicada ontem pela Academia Americana de Neurologia. Um outro estudo mostrou que mulheres que sofrem de enxaquecas com aura e usam pílulas contraceptivas mais recentes podem correr um risco maior de formar coágulos sanguíneos.
Cerca de 30 milhões de americanos sofrem de enxaqueca e 20% dessas pessoas a têm em conjunto com a aura, vendo luzes piscando ou pontos cegos de meia hora a 10 minutos antes da dor de cabeça, segundo autoridades de saúde do país.
Os cientistas ainda não entendem como a enxaqueca com aura pode contribuir para enfartes e derrames, disse Kurth. Segundo ele, a descoberta mostra que aqueles que sofrem de enxaqueca com aura devem fazer mudanças em seu estilo de vida para correr menos riscos: parar de fumar, não engordar, fazer exercícios e reduzir a pressão arterial.
O estudo que relacionou anticoncepcionais a coágulos foi feito com 145 mil mulheres. Segundo o pesquisador Shivang Joshi, neurologista e professor em Harvard, mais estudos são necessários para entender a relação. 


Os educadores da internet

Eles não são profissionais, mas usam seu conhecimento para ajudar na educação de milhares de pessoas.

O engenheiro César Medeiros, de 38 anos, até queria ter se tornado professor. “Mas professor sofre bullying na sala de aula”, diz. Conhecido pelo apelido Nerckie, César encontrou uma solução para realizar sua vontade de ensinar: passou a dar aulas pela internet, por meio de vídeos que ele faz em sua casa, na zona sul de São Paulo, em um estúdio montado no escritório.
Os vídeos são publicados no canal Vestibulândia, no YouTube, com mais de 130 mil usuários inscritos, e César dá aulas de matemática com o conteúdo que costuma cair nos vestibulares.
As aulas têm entre 9 e 15 minutos e os vídeos são divididos em cursos e programas de estudo, preparados com a ajuda de livros e pesquisa. “Leio sobre o assunto que quero abordar, resumo, listo os pontos importantes e crio a aula, apresentando a teoria e exercícios”, diz.
Ele não é o único que usa seu conhecimento para educar, informalmente, milhares de pessoas por meio de vídeos. Canais norte-americanos como o CGP Grey e Khan Academy – cujo fundador Salman Khan esteve no Brasil esta semana – também se especializaram em criar conteúdo educativo para complementar as aulas nas escolas e até desafiar o ensino convencional.
Karl Wendt, um dos colaboradores da Khan Academy, diz que a internet tornou a educação mais acessível. “O acesso à informação é muito diferente hoje. Isso mudou a questão do porquê educamos”, diz Karl, que, em seus vídeos, ensina a construir eletrônicos. Além dele, há uma longa lista de colaboradores que dão aulas desde aritmética à computação gráfica.
Salman Khan, criador do canal no YouTube que virou um sistema de ensino, começou fazendo aulas em vídeo para uma sobrinha, mas percebeu o potencial de ampliar o alcance pela rede. “A internet pode tornar a educação muito mais acessível, de forma que o conhecimento e a oportunidade de aprender sejam compartilhados mais amplamente”, escreve Khan no livro Um Mundo, Uma Escola – A Educação Reinventada (Ed. Intrínseca).
A visão dele é compartilhada por C.G.P Grey, dono do canal CGPGrey. “É apenas uma questão de tempo até que a internet, ao lado de alguma outra tecnologia, se torne uma professora melhor do que qualquer humano.”
Mas a internet realmente pode substituir a escola formal? Para a professora de tecnologia na educação da PUC-SP Maria Elizabeth de Almeida, as video-aulas são um material de apoio interessante. “Uma aula em vídeo não é equivalente a uma comum, pois tem todo um processo interativo e comunicativo a que o aluno também está sujeito.”
A falta de interação é um problema relatado por César Medeiros. “Na sala, há a possibilidade de interagir, fazer correções, tirar dúvidas.” Mas mesmo isso está sendo solucionado. A ferramenta hangout do YouTube permite que professores façam transmissões ao vivo com a participação de espectadores. “Hoje é possível interagir e tirar dúvidas”, diz Bibiana Leite, gerente de parcerias do YouTube para a América Latina. Para garantir a qualidade, o YouTube tem buscado parcerias com os canais de educação, incentivando os criadores mais talentosos.
Porém, há coisas que a internet não faz pelo aluno. Segundo Maria Elizabeth Almeida, a figura de um tutor é essencial para o público mais jovem e ajuda a formalizar o que foi apresentado em vídeos e a garantir a interpretação correta das aulas. “Se o aluno for um adulto com autonomia, a autoaprendizagem dos vídeos pode ser suficiente. Já com crianças há mais o que fazer.”
De qualquer maneira, a tecnologia passou a moldar o futuro das escolas. “A tecnologia não deve ser temida, mas abraçada, permitindo que professores ensinem melhor e que a sala de aula se torne um espaço de colaboração e não de passividade”, escreve Salman Khan.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Atendimento hospitalar ligado a energéticos, cresce.

Segundo relatório dos EUA, maior grupo de pessoas afetadas tem entre 18 e 25 anos.

Cresce o número de pacientes atendidos em emergências hospitalares por complicações ligadas ao consumo de bebidas energéticas, revelam novos dados federais dos Estados Unidos.
Os casos anuais em que pessoas procuraram hospitais por razões ligadas ao consumo de energéticos dobraram entre 2007 e 2011.
Os problemas, normalmente ligados ao consumo excessivo de cafeína, podem incluir ansiedade, dores de cabeça, arritmia cardíaca e até ataques cardíacos.
Os dados mostram que o maior grupo de pacientes está na faixa dos 18 aos 25 anos. Dois terços dos pacientes atendidos foram homens.
Cerca de 42% das pessoas atendidas tinham tomado as bebidas com álcool ou outras substâncias, como remédios para deficit de atenção.
O setor de energéticos vem sendo alvo de atenção após a revelação de que a FDA (agência americana que regula remédios) teria recebido denúncias de mortes e ferimentos envolvendo as bebidas.
Os fabricantes de energéticos afirmam que seus produtos não causam perigos à saúde, e há poucas evidências de que as bebidas proporcionem qualquer coisa senão uma dose alta de cafeína, semelhante à que é encontrada numa xícara de café forte.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO BIÓLOGO


I - O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Biólogos no exercício da profissão. 
II - Para o exercício da profissão de Biólogo é obrigatório o registro no Conselho Regional de Biologia da respectiva jurisdição e o cumprimento das obrigações para com o mesmo. 
III - Pessoas jurídicas de direito público e privado que exerçam atividades na área biológica estão sujeitas às normas deste Código. 
IV - A fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas neste Código é atribuição dos Conselhos 
Regionais e Federal de Biologia com a cooperação dos Biólogos. 
CAPÍTULO I 
Dos Princípios Fundamentais
Art.1º - Toda atividade do Biólogo deverá sempre consagrar respeito à vida, em todas as suas formas e 
manifestações, e à qualidade do meio ambiente. 
Art.2º - O conhecimento, a capacidade e a experiência do Biólogo deverão ser instrumentos de utilização permanente para assegurar a defesa do bem comum e garantir a manutenção da qualidade de vida dos processos vitais. 
Art.3º - O Biólogo terá como compromisso permanente a geração, aplicação, transferência e divulgação de conhecimentos sobre as Ciências Biológicas. Art.4º - O Biólogo, no exercício de sua profissão, 
observará nas suas responsabilidades, direitos e deveres, os princípios estabelecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. 
CAPÍTULO II
Dos Direitos do Biólogo
Art.5º - São direitos do Biólogo: 
I - Exercer sua atividade profissional sem sofrer qualquer tipo de discriminação, restrição ou coerção; 
II - Suspender suas atividades, individual ou coletivamente, quando o empregador ou tomador de 
serviços para o qual trabalha não oferecer condições mínimas para o exercício profissional ou não o 
remunerarem condignamente; 
III - Requerer desagravo público, através do Conselho Regional de sua Região, quando atingido no exercício de sua profissão. 
CAPÍTULO III 
Dos Deveres Profissionais do Biólogo
Art.6º - São deveres profissionais do Biólogo:  
I - Cumprir e fazer cumprir este Código; 
II - Manter-se em permanente aprimoramento técnico e científico, de forma a assegurar a eficácia e qualidade do seu trabalho e uma efetiva contribuição para o progresso da Ciência e melhoria da qualidade de vida em todas as suas formas e manifestações; 
III - Exercer sua atividade profissional com dedicação e honestidade, somente assumindo responsabilidades para as quais esteja capacitado, não se associando o empreendimento ou atividade que não se coadune com os princípios de ética deste Código e não praticando nem permitindo a prática de atos que comprometam a dignidade profissional. 
IV - Contribuir para o progresso das Ciências Biológicas e para as melhorias das condições gerais de vida, intercambiando os conhecimentos adquiridos através de suas pesquisas e de sua vivência profissional; 
V - Contribuir para a educação da comunidade através da divulgação de informações cientificamente corretas sobre assuntos de sua especialidade, notadamente aqueles que envolvam riscos à saúde, à vida ou ao meio ambiente; 
VI - Responder pelos conceitos ou opiniões que emitir e pelos atos que praticar no exercício profissional; 
VII - Não ser conivente com os empreendimentos ou atividades que possam levar a riscos, efetivos ou 
potenciais, de prejuízos sociais, de danos à saúde ou danos ao meio ambiente, denunciando o fato formalmente ao CRB de sua Região, que se incumbirá de julgar o seu mérito e decidir sobre sua divulgação; 
VIII - Exercer a profissão com ampla autonomia, sem renunciar à liberdade profissional, rejeitando restrições ou imposições prejudiciais à eficácia e correção ao trabalho; 
IX - Prestigiar as associações profissionais e científicas que tenham por finalidade: a) defender a dignidade e os direitos profissionais dos Biólogos; 
b) difundir a Biologia como ciência e como profissão; 
c) congregar a comunidade científica e atuar na política científica; 
d) defender a preservação e a melhoria da qualidade de vida. 
X - Exigir justa remuneração pela prestaçãoiço de servs profissionais, segundo padrões usualmente aceitos pela entidade competente da categoria; 
XI - Representar ao Conselho de sua Região os casos de exercício ilegal da profissão e de infração a este Código; 
XII - Colaborar e atender às convocações feitas pelos CRBs e pelo CFB; 
XIII - Não se prevalecer de cargo de direção ou chefia ou da condição de empregador para desrespeitar a dignidade de subordinado ou induzir ao descumprimento deste Código de Ética; 
XIV - Manter sigilo profissional de suas pesquisas sempre que esta condição for exigida, devendo quando houver riscos efetivos ou potenciais de prejuízos sociais, de danos à saúde ou de danos ao meio ambiente, denunciar o fato formalmente ao CRB de sua Região, que se incumbirá de julgar o seu mérito e decidir sobre sua divulgação.
CAPÍTULO IV
Das Relações Profissionais 
Art.7º - O Biólogo, como pessoa física ou como representante legal de pessoa jurídica prestadora de serviços em Biologia recusará emprego ou tarefa em substituição a Biólogo exonerado, demitido ou afastado por ter-se negado à prática de ato lesivo à integridade dos 
padrões técnico-científicos da Biologia ou por defender a dignidade do exercício ou os princípios e normas deste Código. 
Art.8º - Nas relações entre biólogos e entre estes e outros profissionais, o Biólogo não deverá: 
I - Prejudicar, direta ou indiretamente, a reputação ou atividade de outro Biólogo ou outros profissionais, ressalvado o dispositivo no artigo 9º deste Código de Ética; 
II - Interpor-se entre Biólogos ou outros profissionais e seus clientes quando sua intervenção não for 
expressamente solicitada; 
III - Apropriar-se indevidamente, no todo ou em parte, de projetos, idéias, dados ou conclusões de Biólogos ou de outros profissionais, devidamente publicadas ou comprovadamente divulgadas; 
IV - Publicar em seu nome trabalho científico do qual não tenha participado ou atribuir-se autoria exclusiva de trabalho realizado por seus subordinados, colaboradores ou outros profissionais, mesmo se executado sob sua orientação; 
V - Alterar ou permitir que sejam alterados laudos, perícias ou relatórios técnicos assinados por profissionais que estejam no exercício legal da profissão. VI - Agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, para empresas ou instituições de qualquer natureza, conhecimentos ou clientes de outras entidades; 
Art.9º - O Biólogo não será coniventes com qualquer profissional em erros, omissões, faltas éticas ou delitos cometidos por estes na prestação de serviços profissionais. 
Art.10 - O Biólogo empenhar-se-á, perante outros profissionais e em relacionamento com eles, em respeitar e defender os conceitos e padrões metodológicos das Ciências Biológicas.  
CAPÍTULO V
Das Disposições Gerais
Art.11 - Caberá aos Biólogos docentes e orientadores esclarecer, informar e orientar os estudantes de Biologia a observarem os princípios e normas contidas neste Código de Ética. 
Art.12 - O Biólogo procurará contribuir para o aperfeiçoamento dos cursos de formação dos profissionais da Biologia.  
Art.13 - O Biólogo não usará de função diretiva para locupletamento ilício próprio ou de outrem.  
Art.14 - É vedado ao Biólogo qualquer ato que tenha como fim precípuo a prática de tortura ou outras formas de procedimento degradantes, desumanos ou cruéis.  
Art.15 - Nas relações com os Conselhos de Biologia, o Biólogo deverá: 
I - Cumprir atos e resoluções deles emanados; 
II - Fornecer, sempre que solicitado, informações fidedignas a respeito do exercício profissional. 
Art.16 - É vedado ao Biólogo valer-se de título acadêmico ou especialidade que não possa comprovar. 
Art.17 - Constitui falta grave interferir ou permitir a interferência na fidedignidade de dados ou de 
instrumentos ou de técnicas utilizadas em pesquisa com o fim de mascarar, adulterar ou falsificar resultados científicos.  
Art.18 - As dúvidas na interpretação e em casos omissos deste Código serão resolvidas pelos Conselhos Regionais de Biologia, ad referendum do Conselho Federal.  
Parágrafo único - Compete ao Conselho Federal de Biologia incorporar a este Código as decisões refeitas no "caput" deste Artigo.  
Art.19 - O presente Código de Ética poderá ser alterado pelo Conselho Federal de Biologia por iniciativa própria ou da categoria, ouvidos os Conselhos Regionais.  
Art 20 - Os infratores das disposições deste Código estão sujeitos às penalidades previstas no art. 25 da Lei 6.684, de 03 de setembro d 1979, sem prejuízo de outras cominações legais aplicáveis. 

JORGE PEREIRA FERREIRA DA SILVA
Presidente CFB Aprovado pela Resolução CFB Nº 08, de 12 de
junho de 1991, publicada no DOU em
13/06/91, Seção I , páginas 11.399-11.400